terça-feira, 9 de junho de 2009

Brincadeiras da Vida

Não estou em um dos meus melhores dias.
Estou um pouco triste, é um dia de chuva, minha mãe não está se sentindo muito bem, não consigo mudar alguns aspectos meus, a paisagem da minha praia particular caiu... E por aí vão mais e mais motivos para que eu não fique feliz nessa terça-feira.

A felicidade é uma questão de disposição. Quando não estamos dispostos a sermos felizes não há o que se fazer. E pelo jeito eu não estou muito disposto a ser feliz.. O jogo do contende não está ajudando muito hoje. =/

Acompanhando essa maré de anti-felicidade aconteceu uma coisa engraçada comigo hoje. ( E como hoje não estou disposto a felicidades, tratei de mudar esse engraçado para trágico. ¬¬')
Eu fui na rua fazer um depósito. Na volta tinha dois caminhos a escolher. Um curto, mas corria o risco de encontrar umas mini piriguetes minas que (não quero nem saber como) aprenderam meu nome e gostam de me gritar pela rua. E um mais longo que não apresentava perigo nenhum. De repente (e não mias que de repente), um pensamento quase 'sonoro' ecoou pela minha cabeça: "Não vá por aí. Vai acontecer algo que vc não vai gostar" e logo me pus a pensar: "será que eu vou encontrar alguém que não quero?". (Pensei num velho fantasma, mas ele não é mais problema meu agora)

Mesmo assim, teimoso como só eu, fui pelo caminho longo ( tudo menos essas minas). Depois de alguns metros avistei uma amiga de infância que jah tinha encontrado na rua. Conversamos pouquinho, passou meu padrinho.. ( até agora só pessoas do bem). Continuei andando e encontrei ele. O ex-Objeto da minha raiva, que eu consegui falar naturalmente como se fosse um conhecido. Um passo depois que ele passou por mim não suportei e dei uma risada. "Era ele".

Continuei meu caminho e depois de pensar "eu devo ouvir esses meus estranhos pensamentos", eis que surge de repente ( o mais que de repente²), vindo na minha direção, ele. O ex-Objeto da minha raiva. A sombra do fantasma, que eu não via a meses. Essa eu não aguentei. Não esperei nem ele passar e a mais de 10 metros jah comecei a dar risada, visivelmente feliz. (Não por tê-lo visto, claro. Mas por tê-lo visto 'logo depois do pensamento').
Ele me viu, disfarçou, e entrou numa ruazinha antes de passar por mim. Ri mais ainda.

Pensei de novo: "Eu tenho que ouvir mais os meus pensamentos." oO'
Ok ok.. não teve nada de trágico e eu dou risada só de lembrar. kkkk
Ah! Minha tristeza passa só de pensar nessas "brincadeiras da vida". Vou assistir um filme estranhão que meu irmão locou e comer um cachorro-quente. Detalhe: Salsicha de Peru (Sem duplos ou triplos sentidos por favor), molho caseiro e feito por mim. Diga-se de passagem. Não tá nada mal. hsuahsuahsuahs
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