segunda-feira, 25 de abril de 2011

"De tudo que eu escrevi, fica a síntese da minha esperança. se convivermos com a simplicidade, a travessia fica mais tranquila. Nada de escravidão nem de raça medida, muito menos de porões. Nada de divisões nem de hierarquia entre humanos. Nada de presunção de vitória sobre a derrota alheia. Vençamos juntos a batalha da arrogância e da complacência com os arrogantes.
É de simplicidade que precisamos." (Cartas entre amigos - sobre ganhar e perder, pág 42)



segunda-feira, 7 de março de 2011

Dia na Praia

Domingo de sol, amigos com carro e mira para o leste!
Um dia na praia é tudo que você precisa para ficar vermelho, ardido e com areia na sunga.
E ontem foi o meu dia. Marquei com uns amigos de ir à praia e isso acabou se tornando um programa maior e melhor do que eu esperava. De cinco, fomos para 15 pessoas em pouco tempo.
Lugar à sombra escolhido, banho de água salgada tomado, é hora da comida.
Almoçar na praia e sempre aquela festa: Utensílios descartáveis, isopor e comida com farinha. E claro, o frango assado que é tradicional de qualquer almoço à beira mar.
E depois de mais banho de mar, o futebol.
Depois de cinco anos me convencendo de que não queria jogar, cedi a pressão dos amigos e aceitei um amistoso na areia fofa. Um vexame. Meu time perdeu de 4 a 1.
Mas perder para amigos não pesa e nem aborrece. Tudo acabou numa festa de alegria.
Ao me olhar no espelho, constatei que estou vermelho, com cara de lerdo e levemente ardido. Mesmo assim, se me perguntarem se faria tudo outra vez, responderei sem exitar: Sim!

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Ano Novo!

Me rendi ao Twitter e pouco navego na internet sem vê-lo e revê-lo. Não é ruim, mesmo parecendo. O Twitter me abriu portas que a plataforma tradicional de um blog não poderia como por exemplo uma interação quase que imediata no eixo estrela-fã. Mas nem por isso abandonarei esse espaço.

Um novo ano começou e sinceramente minhas expectativas sobre ele eram bem maiores. O ano que se foi deixou saudade de alguns - poucos, na verdade - momentos. E não vou ser nostálgico e ficar relembrando os momentos do primeiro dia na faculdade, da primeira vez que vi meu violão ou de como melhorei como pessoa. Esse ultimo, macroscopicamente, não é tão notável. Melhorei claro, aprendi com meus erros, com meus acertos, com minhas duvidas, com minhas certezas. Fui levado a uma nova espera intelectual, não apenas pelo nível universitário, mas principalmente pelas mudanças na forma de observar as pessoas.
Me afastei de alguns pessoas, me aproximei de outra. Aquele vai e vem que todo ano precisa acontecer para dar continuidade a vida. Não digo que todos os afastamentos foram conscientes, nem que todas as aproximações foram propositais, mas convenhamos que não lutei contra a correnteza inúmeras vezes.

Para esse ano eu ainda tenho expectativas grandes sobre o que vai acontecer comigo nos eixos universitário, espiritual, emocional e financeiro. Não! Não pretendo mudar de curso, de religião, me casar e roubar um banco. Só tenho aquela tola esperança de recomeço que vem de brinde a cada virada de ano.
No mais, o tempo dirá!
"