sexta-feira, 22 de maio de 2009

Frio, muito frio e muitas risadas.

Minha semana tem sido um pouco chata. Mais ontem aconteceu algo incomum. Saí com uma amiga para ir a igreja.
Minha amiga de mais longa data que me chamou para sair. Sendo mais especifico, ela me chamou para ir a igreja. Sendo ainda mais especifico, ela me chamou para ir a Segunda Igreja Batista.

Eu já tinha curiosidade de ir lá, mas nunca fui chamado e tinha medo que fosse muito diferente do que eu estou acostumado. Mesmo assim, aceitei e fui.
Marcamos 19:00h mas - como eu já esperava - ela se atrasou. Algo em torno de meia hora. =O
Mesmo assim eu esperei e fui. Pelo caminho fomos conversando sobre o seu ex-namorado, sua vida, estudos.. mais sobre ela do que sobre mim (claro!).
No meio da conversa ela começou a falar de um amigo de lá, que ela conheceu.. e que já tem um tempo que eles estão conversando, mas que ela ainda não está pronta para o próximo passo (não entendam mal, por favor)..
E eu fui começando a entender pq EU tinha sido chamado.
Entramos e sentamos. Um detalhe curioso é que ela exigiu que eu entrasse de braços dados com ela e que continuasse de braços dados até nos sentarmos. Meio sem entender eu concordei.

Depois de sentarmos, ela me mostrou o amigo que tanto falava. Ele estava lá na frente, tocando. Detalhe Irrelevante: Qual era a cor da camisa dele? VERDE ¬¬'
Quando o pastor começou o sermão, o amigo veio até o nosso banco e se sentou ao lado dela.
Daí para frente o que aconteceu foi uma serie de risadinhas, conversas ao pé do ouvido e até um bilhetinho. Saquei tudo.
O cara tava afim dela. Mas o que eu não conseguia saber direito era "o que eu estava fazendo ali". Não simplesmente naquele lugar, mas "pq ela ME chamou ".

O sermão prosseguiu e foi interessante. Falou sobre o Filho Pródigo, como o irmão dele estava errado, em que a nossa família pode ficar igual a dele se não tomarmos os devidos cuidados. E algumas outras coisas que eu não consegui ouvir plenamente pelas distrações ao lado.

Durante o sermão, eu notei que minha amiga não estava respondendo aos sinais do cara. Legenda: Ele tava caidinho, mas ela não tava afim.

Não pude deixar de rir ao analisa-los. É muito engraçado ver as pessoas depois que se lê livros sobre linguagem corporal. kkkk Ri bastante, de forma até impropria para o lugar.
Quando culto acabou eu estava crente de que iríamos para casa. Quem disse?
Fui parar na orla.. na despedida de um professor que eu não vou com a cara tenho afinidade.
Só consegui sair de lá por volta das 22:30h. Com um frio "forever" e com cara de quem estava segurando vela. Voltamos para o caminho de casa, os três. Ela comeu alguma coisa (nós ficamos olhando), ela levou metade do conteúdo do porta-guardanapos que estava na mesa e deixou alguns conosco para disfarçar... kkkkkk Conversamos bastante e a noite foi de muitas risadas.

Chegando mais perto de casa o caminho do cara se diferia do nosso. Ele apertou minha mão e foi abraça-la. Durante o abraço, a primeira tentativa e .. ela desvia. Segunda tentativa e.. ela desvia de novo. Ele desistiu e foi para casa com a promessa de que mandaria uma mensagem quando chegasse em casa.

O meu papel era justamente ser o que eu fui: Empata-love.
Era por isso que estava lá, para inibir a presença do cara. Eu tinha que ser "o homem que acompanhava a moça" Aff.. Não acredito que caí nessa de "vamos a igreja, vai ser legal". Não que não tenha sido. Eu gostei muito e até marquei de voltar lá. O cara também é gente boa, add no orkut e tudo. Mas as circunstancias não eram as melhores. Eu até torci por ele.

Por fim vinhemos para casa. Conversando sobre o que tinha acontecido e de como ela deveria se portar a partir de agora. Apesar dos pesares, eu gostei da experiência de "analisar o pretendente". Foi extremamente engraçado.
Detalhe irrelevante 2: Eu pisei em cocô de cachorro. AHHHHHH!

Tive uma boa noite de sono, minha mãe viajou e tenho que lavar os pratos antes que ela chegue.
fuiz
"

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