domingo, 26 de abril de 2009

Cidade dos Anjos

Continuo acordado.
É por volta de 01:30 da manha. [Isso é o que dá dormir pela tarde]
Mas o sono da tarde foi muito bom. Dormi, babei e dormi de novo. hehehe
Aproveitei a falta de sono e fui assistir filme.
"Cidade dos Anjos"
É um filme muito bom. Gostei dele. Por pior que (eu) pareça, no final aconteceu o que eu queria. Ela morreu!

Deixa eu dar alguns dados do filme:
Em Los Angeles, uma dedicada cirurgiã (Meg Ryan) fica arrasada quando perde um paciente durante uma operação, no mesmo instante em que um anjo (Nicolas Cage), que estava na sala de cirurgia, começa a se sentir atraído por ela. Em pouco tempo ele fica apaixonado pela médica e resolve ficar visível para ela, a fim de poder encontrá-la frequentemente, o que acaba provocando entre os dois uma atração cada vez maior, apesar dela ter um sério relacionamento com um colega de profissão. O ser celestial não pode sentir calor, nem o vento no rosto, o gosto de uma fruta ou o toque da sua amada, assim ele cogita em deixar de ser um imortal para poder amar e ser amado intensamente. Direção de Brad Silberling, Roteiro de Dana Stevens, baseado em roteiro de Wim Wenders, Peter Handke e Richard Reitinger.

O filme é ótimo, me fez pensar bastante. Pelo menos até a parte que ele toma sua decisão.
Como eu tenho de ser diferente em tudo.. O que mais me atraiu no filme, não foi a história nem o romance. Mas a forma que o anjo se porta. A total ausência de expressão facial, o olhar compassivo e ao mesmo tempo distante. Tinha de ser Nicolas Cage para fazer esse papel. Ele leva esse olhar em todos os filme, mas a ausência de expressão, o tom de voz. A busca por definições palpáveis do impalpável. [Só quem assistir saberá]

O que eu tiro desse filme para mim? Além da expressão (ou falta dela) [claro!], acrescento uma frase belíssima: "Algumas coisas são verdade quer você acredite nelas ou não."
Não são opiniões ou crenças que definem a verdade. Ela se define por si só.

O final do filme trata da consequência de nossas escolhas. E nossa completa falta de controle quanto a vida. Não entra na lista dos melhores filmes da minha vida, mas vale a pena. São 2h e 54 min muito bem assistidos.
Ficou até um vazio por dentro. Deve ser fome.
Nota: Treinar cara de Cage quando acordar.
"

Nenhum comentário: