Tenho estado meio off esses dias.
Depois do tempo de angustia esperando o resultado da viagem que minha mãe, ela voltou.
Mas não fez a cirurgica da forma que esperavamos.
Foi retirado pedaços do tecido ao invés do tumor ( nome genérico para o "sabe-se lah o q") e ela voltou para casa.
Agora está operada ( talvez não definitivamente) e esperando o resultado da analise dos pedaços, se recuperando da cirurgia.
Eu não quis saber detalhes da cirurgia, fiquei apreensivo demais no dia. Não vivi direito. Saber dos detalhes depois é o que pouco me importa.
Graças a Deus a recuperação dela está correndo muito bem.
Ela ontem não conseguia se levantar sozinha e rinha dificuldade ara andar. Hoje já levanta sozinha, tem andado mais e melhor, sentiu menos dor.
Sobre mim: Estou tecnicamente preso em casa. Meu irmão trabalha o dia todo então quem fica em casa para cuidar de minha mãe sou eu. Eu não posso sair por que sou eu que faço as coisas em casa ( lavo os pratos, esquento a comida...).
Isso, alidado ao fato dela me chamar a cada meia hora, tem me tirado muito da paciência.
Aceito o estado dela e compreendo a necessidade que ela tem de mim. Reservo-me apenas ao direito de me irritar por não conseguir fazer minhas atividades de forma ininterrupta.
Para não paracer exagero, cito o exemplo: comecei a ler um capitulo ( que deve ter umas 4 páginas) de um livro às 8:30 da manha, devido as varias vezes que fui chamado e as atividades da casa, só consegui terminar a leitura às 23:00 horas.
É óbvio que procurei mostrar o pior lado com o pior exemplo. Mas a intenção era mostrar minha indignação.
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Tenho andado um pouco insatisfeito comigo.
Não tenho cuidado de mim, meu tempo para os meus pensamentos se tornou escaço.
Não tenho dormido direito.
Meus sonhos são dos mais estranhos e confusos possiveis.
Minha vida espiritual está passando por um momento delicado.
Eu estou passando por um momento delicado.
Em geral: não estou bem.
E isso não me agrada. Vou mudar de mim, mudar de postura, mudar de vida, vou me mudar.
Não quero mais essa rotina que me impuz, não quero mais essa vida que me dei.
Isso parece frase de suicída, mas é para parecer mesmo. É-me um pensamento comum.
Meu mundo está desmoronando dentro de mim. E eu estou deixando.
É como assistir a própria morte. Sim, estou morrendo. Definhando em silêncio. Não sei de onde vem esse silêncio de me sufoca. Mas ele sabe me sufocar. Não deixa marcas, não dói...
Não me incomoda! Não, o silêncio não me incomoda. De forma nehuma. Ele me sustenta em situações insustentáveis. É uma arma contra a vida e seus argumentos. "A melhor resposta é a que não se dá." Uma frase covarde, mas pertinente. Dita por alguém sem argumentos e conformada com a situação. Um escape rápido.
É disso que eu estou precisando. Não! É isso que eu quero. Pelo menos parte de mim quer.
Por que sou feito em partes e não todo. Seria bem mais fácil se a unanimidade me fosse dada por mim. Mas não. Eu teimo em me contradizer. Em ser uma contradição. Em não dar mínima para a minha falta de sentido. Não faço sentido.
Logo eu que sempre concentrei, me centrei, me defini.. sempre fiz sentido. Fui até previsivel. Não que eu tenha deixado de ser. Ainda esperam que eu faça e eu faço. Não é de mim não fazer.
Mas algo mudou.
Não quero mais fazer e tenho força para não fazer, mas (e esse 'mas' me transpassa a carne, o sangue, a mente, a alma...) não é de mim não fazer.
Eis a contradição: tenho plena certeza que não é de mim não fazer e ao mesmo tempo me sinto forte e disposto a não fazer. Luto contra o 'mas' e ele me vence. Luto de novo e ele me vence. Luto de novo e ele me vence.
Luto mais uma vez e sugo lutando.
Não era vencido porque o 'mas' era mais forte. Era vencido por que não era unamime. Em vez de me convencer (a todos os eus), simplesmente me vencia. Me deixava por vencido. Desistia da vitória que tinha nas mãos.
É o 'mas' eu? Não. Ele se parece comigo, faz parte de mim, me consome, me vencia, mas não sou eu.
"Não sou mais eu" então não há mias eu para ser vencido.
Não há mais eu para desistir. Não há silêncio que me sufoque por que "Não sou mais eu".
Eis a Esperança.
Ela não é a ultima que morre. Ela morreu, mas resurgiu e vive "pelos séculos dos séculos".
"
Há 17 anos

3 comentários:
sab o q vc pod fazerr...
grita o mais alto q vc puder, o grito vai ser aos poucos substituido por lágrimas...não lágrimas comuns, as lágrimas que estão t ef azendo sentir isso. é assim que se extrai o veneno do escorpião. depois senta e elimina a primeira coisa q te vier a mete depois do grito, fizeram uma pesquisa e descobriram, q as vezes não nos livramod de alguns pesos pq naum sabemos onde necessariamente estah pesando. Acredite depois desse piti vc descobre. Elime todas aas coisas das quais naum tem certeza...adie. Confie no seu bom senso e carater. Eu fiz...tah funncionando.
bom saber.
"
alguma coisa m diz q vc naum vai fazer...
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